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SETE CIDADES
O Parque Nacional Sete Cidades foi criado em
1961 e sua área é de 6.221 hectares. Seu clima é quente e tropical
semi-árido, com temperatura média anual de 26°C.
Está localizado no norte do estado do Piauí, a 140 Km de Parnaíba.
Situado numa faixa de transição entre os ecossistemas do cerrado e da
caatinga, protege espécies da fauna e da flora encontradas nos dois
ecossistemas, como também um dos mais belos conjuntos de formações
geomorfológicas do Brasil, conhecidas como as “sete Cidades de
pedra”.
O Parque Nacional de Sete Cidades constitui-se em uma verdadeira
Universidade, onde seus laboratórios estão a céu aberto. Ciências como
a Geologia, a Botânica, a Zoologia e a Arqueologia podem ser estudadas
através de exemplos práticos e concretos.
As pinturas encontradas nas paredes rochosas do Parque compõem o
“estilo Sete Cidades” e caracterizam-se pela predominância de
desenhos geométricos.
O conjunto é
ordenados e harmônico, com círculos, linhas retas, curvas e paralelas,
representações de sol, lua, animais e mãos.
FICHA
TÉCNICA
Área: 6221
há.
Decreto de criação: 50.744
Data de criação: 08 de junho de 1961.
Ecossistema predominante: cerrado;
Faixa de transição caatinga/ cerrado.
Atrativos: belezas cênicas, monumentos geomorfológicos, sítios arqueológicos,
piscinas naturais e cachoeira.
Fonte
- IBAMA
OBSERVAÇÕES IMPORTANTES
A
área aberta à visitação turistica possui cerca de 12 Km de trilhas. Os
trechos são curtos entre os pontos de interesse, e os graus de
dificuldades mais acentuados são encontrados na subida para o mirante, no
caminho para a Passagem do Índio e na descida para a cachoeira.
É
obrigatório que a visita seja iniciada pelo centro de visitantes. Lá você
recebe informações sobre o parque, escolhe o tipo de condução e o guia
para acompanhá-lo.
Veja vídeo do Parque Nacional: Sete Cidades 2007
PONTOS DE INTERESSE
1ªCIDADE
Piscina do Olho d’agua dos Milagres
Pedra dos Canhões
Floresta de Pedras
Trilhas da Sambaíba
2ª CIDADE
Arco do Triunfo
Sítio Pequeno da Pedra da Inscrição
Sítio da Pedra do Americano
Sítio da Mão de Bromélias
Biblioteca
Mirante
Sítio do Camaleão
Pedra do Castelo
3ª CIDADE
Dedo de Deus
Os Três Reis Magos
Curral de Pedras
Furo Solsticial
Mapa do Brasil
Pedra do Beijo.
4ª
CIDADE
Archete
Cidadela
Portal
Grande Muralha
Beijo dos Lagartos
Mapa do Brasil
Passagem do Índio
5ª CIDADE
Sítio da Pedra da
Inscrição
Furna do Índio
Pedra do Imperador 
Pedra do Camelo
Pedra do Último dos Moicanos
Grutas do Catirina
Túmulo do Filho do Catirina
6ª
CIDADE
Pedra da Tartaruga
Pedra do Elefante
Pedra do Cachorro

7ª
CIDADE
Gruta do Pajé
Sítio
de Pinturas
Casario
Veja teorias sobre Sete Cidades.
O pesquisador francês Jacques de Mahieu que esteve no Brasil em 1974
atribui as inscrições e pinturas rupestres aos vikings, pela semelhança
com os caracteres rúnicos.
O suíço Ludwig Schwennhagen considera os fenícios um dos primeiros povos a
habitar Sete Cidades. Eles teriam atravessado o oceano em busca de novas
rotas comerciais, devido à Guerra de Tróia e acabaram fazendo de Sete
Cidades um grande palco para cerimônias religiosas.
Tribos Tupinambás e Tabajaras relataram ao famoso jesuíta padre Antônio
Vieira que os tupis chegaram ao norte do Brasil provenientes de um país
que não existia mais. Schwennhagen considera este fato indicação de que a
raça Tupi é remanescente do continente perdido de Atlântida.
A idéia
de Atlântida ganha reforço com a observação do ítalo-argentino Gabriele
D'Annunzio que viu numa pedra encontrada em Ica, Peru, o desenho do
continente americano, onde estão assinalados rotas oceânicas ligando
Atlântida ao Delta do Parnaíba.
O
escritor Erik von Daniken, autor de
"Eram os Deuses Astronautas?"
acredita que forças não-naturais moldaram Sete Cidades, já que a ação da
erosão é visivelmente diferente de cidade para cidade, havendo inclusive
linhas retas de tinta vermelha dividindo rochas como num projeto de
arquitetura.
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